sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Tempos de Música Farroupilha


A união de literatura, as canções regionais e a música tradicionalista é o tema do próximo encontro do projeto Tempos de Música que aproveita e homenageia também o mês Farroupilha, com apresentação do cantor e compositor Vinícius Brum. O evento acontece dia 28 de setembro, às 19h, no Museu Julio de Castilhos.

Vencedor de diversos festivais nativistas ao longo dos últimos anos, acumulando três Califórnias da Canção, entre outros prêmios, Brum apresentará parte do seu trabalho de doutorado, através da interação musical.
“O meu questionamento é sobre a canção regional, com uma abordagem ilustrada e a partir da obra de Barbosa Lessa, desde o final dos anos 40 até os anos 80, incluindo no estudo o Conjunto Farroupilha e Os Gaudérios”, explica Brum, que analisa a construção do movimento nativista através da canção popular.

Vinícius Brum é compositor, violonista, intérprete e fundador do grupo musical Tambo do Bando. Foi vencedor da Califórnia da Canção Nativa (1994, 1997 e 2001), Moenda da Canção (1996 e 1997) e Prêmio Açorianos (1992). Entre 2015 e 2017, foi o presidente do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF).

O ingresso custa R$ 20. Ao final do encontro, o público será convidado para uma visita noturna especial pela casa de Julio de Castilhos.

Sobre Tempos de Música
Com curadoria do pianista João Maldonado, o projeto Tempos de Música combina o repertório com algum período da história da música representada por um ritmo tema, traçando paralelos sonoros entre os músicos criadores protagonistas e suas épocas.


SERVIÇO
Tempos da Música – Edição Farroupilha Canção Regional Gaúcha, com Vinicius Brum.
Data: 28 de setembro | Quinta-feira.
Hora: 19h.
Local: Museu Julio de Castilhos (rua Duque de Caxias, 1205 – Centro Histórico).
Ingresso: R$ 20. 

Sábado Grátis e de Alta Qualidade

Foto de Maciel Goelzer


Daniel Wolff apresenta pocket show Canção do Porto
O Museu Júlio de Castilhos (Rua Duque de Caxias, 1205) recebe no próximo sábado, 16, o pocket show “Canção do Porto”, do violonista e compositor Daniel Wolff. O evento começa às 19h, com entrada franca.
Com participação de Fernanda Krüger (violão e voz), a apresentação conta com repertório de canções do CD Canção do Porto, nono disco de Daniel Wolff, além de canções de Fernanda Krüger e obras de Ernesto Nazareth.
A apresentação faz parte do projeto Canção do Porto, que possibilitou a circulação do show pelas cidades de Rio Grande, Passo Fundo e Caxias do Sul, além da realização de oficinas. O projeto conta com financiamento do Governo do Estado por meio do sistema Pró-cultura RS - Fundo de Apoio à Cultura (FAC), após ser um dos selecionados no Edital 03/2015 - #JuntosPelaCultura da Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer (Sedactel).
Neste projeto de circulação, o show contou com os convidados Raul Ellwanger, Fernanda Krüger e Marcelo Delacroix, além  de uma banda formada por Ayres Potthoff (flauta), Paulinho Cardoso (acordeom), Mano Gomes (bateria), Nico Bueno (baixo) e Luiz Henrique “New” (teclado).

Edital #JuntosPelaCultura
O edital de Concurso Pró-cultura RS – FAC - #JuntosPelaCultura (Sedactel nº03/2015) destinou R$ 3 milhões a 67 propostas de diversos segmentos artísticos e culturais de todo o Rio Grande do Sul. A seleção avaliou a criatividade e inovação das propostas, ampliando as possibilidades de concepção de projetos e estimulando a transversalidade entre os diversos segmentos culturais. Puderam participar pessoas físicas e jurídicas de direito privado com Cadastro Estadual de Produtor Cultural (CEPC) habilitado e atualizado. Cada proponente pôde inscrever um projeto nesta seleção.

SERVIÇO - Pocket show Canção do Porto
Quem: Daniel Wolff (violão e voz) e Fernanda Krüger (violão e voz)
Quando: 16 de setembro, sábado, às 19h
Onde: Museu Julio de Castilhos (R. Duque de Caxias, 1205 - Centro Histórico, Porto Alegre)
Quanto: Entrada franca (por ordem de chegada)
Informações: (51) 3212-9035 | (51) 98469-0591

SOBRE O CD CANÇÃO DO PORTO
Canção do Porto intitula o 9º disco de Daniel Wolff, lançado em 2014. Pela primeira vez em sua carreira, o violonista amplia a criação, incluindo letras nas músicas. Algumas são resultados de parcerias com os artistas Sérgio Napp, Fernanda Krüger, Raul Ellwanger, Felipe Azevedo e Orestes Dornelles, e outras de própria autoria. As composições abrangem ritmos que vão do chamamé dos pampas ao baião do nordeste brasileiro, e do samba às baladas.

SOBRE DANIEL WOLFF
Primeiro doutor em Violão do Brasil, Daniel é um profissional versátil. Além da carreira como concertista, atua como compositor, arranjador e didata. É formado pela Escuela Universitária de Música de Montevidéu. Posteriormente, com bolsas de estudo da CAPES e CNPq, cursou mestrado e doutorado em Violão na Manhattan School of Music, em Nova Iorque. Sua destacada atuação lhe rendeu o Helen Cohn Award, prêmio oferecido ao doutorando de melhor desempenho. Obteve o primeiro lugar no I Concurso Nacional de Violão (São Paulo), no Concurso Heitor Villa-Lobos (Porto Alegre) e no Concurso Jovens Solistas, da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Em 1997, venceu a Artists International Competition (Estados Unidos), que resultou em sua estreia no Carnegie Hall, em Nova Iorque. Tais êxitos o levaram a uma intensa atividade como solista e camerista, com apresentações no Brasil e em países como Estados Unidos, Canadá, Itália, França, Alemanha, Portugal, Noruega, Croácia, Áustria, Suíça, Grécia, Chile, Colômbia, Peru, Argentina e Uruguai. Como compositor e arranjador, teve suas obras executadas pela WREN Orchestra of London (Inglaterra), New York Chamber Soloists, Georgia Symphony e Quintet of the Americas (EUA), Landeszupforchester Berlin (Alemanha), Orquestra do Festival Internacional de Música de Buenos Aires e Orquestra Estadual de Salta (Argentina), Sinfonia Cultura (SP), Sinfônicas de Porto Alegre e da UCS, Orquestras de Câmara Theatro São Pedro e da ULBRA, entre outras. Participou como arranjador em diversos discos gravados no Brasil e nos Estados Unidos. Com o trabalho ao lado de Thiago de Mello, recebeu o Grammy Awards de 2000.

É Professor Titular de Violão na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde criou o curso de Mestrado em Violão. Foi também Professor Visitante da Universidade de Arte de Berlim (UdK). Lançou diversos discos no Brasil, Uruguai, Estados Unidos e Alemanha, abrangendo desde música para violão solo até obras orquestrais. Publicou diversas composições nas editoras alemãs Verlag Neue Musik, Tre Fontane e Trekkel. Por seus discos, concertos e composições recebeu diversos prêmios e os mais altos elogios da crítica internacional. Um dos reconhecimentos mais recentes são as seis indicações ao Prêmio Açorianos de Música 2013, nos gêneros Erudito e Instrumental. Mais informações em www.danielwolff.com.br

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

ARQUEARIA - HISTÓRIA E PRÁTICA



A Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer e o Museu Julio de Castilhos apresentam a oficina
ARQUEARIA - HISTÓRIA E PRÁTICA que será conduzida por  Ramoim Beledelli Pase, instrutor pela Roberts Brasil Tiro com Arco, certificado pela Archery Great Britain, construtor de arcos, praticante e pesquisador de arqueria há mais de 10 anos.

A oficina será composta de uma parte teórica de aproximadamente 20 minutos - onde é apresentado o equipamento, a evolução histórica da arquearia, paralelos com o acervo do museu  relativo ao tema - e logo depois, o participante terá a experiência prática, lançando aproximadamente 20 flechas, em local preparado com segurança, no Jardim dos Canhões do Museu Julio de Castilhos.

Turmas independentes dias 16 de setembro, 28 de outubro e 11 de novembro
nos horários de 15 e 17 horas. 

O participante que desejar, pode se inscrever em quantos dias e horários quiser, realizando o pagamento respectivo, de 20 reais por horário/data.

Para reservas de vagas, entre em contato com a secretaria do Museu no e-mail museujuliodecastilhos@gmail.com 

ORIENTAÇÕES IMPORTANTES PARA OS PARTICIPANTES

1. Os inscritos deverão assinar um termo de compromisso onde declaram estarem de acordo a seguir rigorosamente as orientações do instrutor, atendendo todas as regras de segurança previstas na legislação vigente, conforme a Federação Gaúcha e Confederação Brasileira de Tiro com Arco.

2. A inscrição tem um custo de R$20,00, onde arcos, flechas, alvos e equipamentos de segurança serão emprestados aos participantes. Cada arqueiro terá uma imersão na prática do arco e flecha, onde poderá usufruir de aproximadamente 20 disparos.

3. Os arqueiros receberão orientações técnicas de manuseio e de segurança onde em hipótese alguma poderão infringi-las, sob o risco de serem retirados da oficina, sem nenhum tipo de reembolso.

4. Oficina dirigida para público adulto maior de 16 anos.


terça-feira, 22 de agosto de 2017

O MUSEU NAS MÍDIAS

O Museu Julio de Castilho comemora a divulgação que vem alcançando na imprensa e aproveita para agradecer ao jornalistas e fotógrafos envolvidos.



Oficina de gastronomia em tempos de batalha, no Museu Julio de Castilhos. 
Foto: Guilherme Santos/Sul21

Lucas Rohan
A primeira iguaria que os participantes da oficina Comida de Batalha, que começou na noite da última sexta-feira (18) no Museu Julio de Castilhos, provaram foi o que o chef responsável definiu como “o ketchup/mostarda” da época. Djalma Souza Correia estuda a gastronomia medieval e trouxe o molho camelina para colocar à prova o paladar dos alunos na primeira aula de uma atividade que pretende integrar gastronomia com fundamentação histórica.
Cerca de 30 pessoas se inscreveram para aprender como os povos da época medieval se alimentavam. Djalma começou a se interessar pelo tema quando viveu no norte de Portugal e resolveu compartilhar as experiências para “divulgar a desmistificar” a Idade Média. “Se fizermos um paralelo entre a feijoada, por exemplo, vamos ver que não tem nada na feijoada de hoje que já não existisse naquela época”, comenta. “Gostas de mocotó, de carne de panela?”, questiona o cozinheiro, citando outros exemplos.
Reportagem na integra sobre a Oficina Comida de Batalhas




segunda-feira, 7 de agosto de 2017

AGOSTO DE NOVIDADES

A partir desta semana, o Museu Julio de Castilho, instituição da Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer,  abre suas portas com novidades no percurso expositivo. 
 Tendo encerrada a exposição temporária que estava em cartaz, buscou-se ampliar a exposição permanente do acervo,  a pedidos do próprio público, dando ênfase à temática farroupilha e já se adiantando às comemorações de setembro, exibindo personalidades ilustres da história gaúcha, bem como apresentando objetos emblemáticos como o lenço farroupilha e as lanças dos lanceiros negros, entre outras preciosidades históricas.



Assim, este novo percurso recebe o visitante com duas novas propostas expositivas, na primeira sala temos a República Riograndense, com ênfase em retratos e logo em seguida o espaço As Guerras dos Gaúchos, ressaltando as armas e períodos belicosos, e que também antecede a continuação do caminho para o Jardim dos Canhões.

E não é só isso... Na casa que pertenceu à Julio de Castilhos, além das salas de acervo mais conhecidas, foram liberadas para a visitação as salas frontais, poeticamente intituladas de Salas do Tempo, um conjunto arquitetônico dividido por lindos arcos e cuja iluminação natural simula uma ambientação de época (no tempo de Julio de Castilhos, durante o dia, a luz era apenas a que vinha das janelas). Nesta área, foram colocadas cadeiras de estilo para que o visitante faça um momento de pausa e use sua imaginação.

Venha nos visitar e conferir esse lindo passeio pela história gaúcha. 
O Museu Julio de Castilhos abre de terças à sábados, das 10 às 17 horas 
e seu acesso é gratuito.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

VAI COLOCANDO NA AGENDA...


A Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer e o Museu Julio de Castilhos apresentam o projeto  TEMPOS DA MÚSICA - Tema: JAZZ

Tempos da Música é um projeto cultural  que combina o repertório musical com algum período da história da música representada por um ritmo tema,  traçando paralelos sonoros entre os músicos criadores  protagonistas e suas épocas. O lançamento do projeto é encabeçado pelo músico e produtor musical João Maldonado ao piano, que neste primeiro encontro vai dialogar musicalmente com o especialista em Jazz,  Paulo Moreira.  Será no dia 24 de agosto, uma quinta-feira,no "happy hour" das  19 horas, retomando  a programação musical oferecida pelo Museu Julio de Castilhos - rua Duque de Caxias, n. 1205 no  Centro Histórico, Porto Alegre.

João Maldonado tem uma trajetória de 34 anos como pianista, organista, guitarrista, compositor, produtor musical e mais de 40 obras gravadas. Extecladista do TNT, uma das bandas que marcou a história do rock gaúcho, tocou e gravou com diversos músicos e bandas de rock, jazz, blues, entre eles Charles Master, Solon Fishbone, Fernando Noronha, Garotos da Rua e Acústicos e Valvulados. Em 1998 foi considerado o melhor músico de blues do Chile. Fora do Brasil, tocou com vários artistas e bandas, como o baterista argentino Adrian Flores, o pianista Ron Levy – que ficou conhecido ao tocar com BB King, Kenny Neal, Larry McCray, Laura Brown e Shana Huges. Atualmente tem se dedicado ao João Maldonado Trio e ao primeiro disco com composições próprias, standars e releituras de clássicos como Bealtles e Jimi Hendrix, e rock gaúcho com arranjo jazzístico, que deve ser lançado no final deste ano.

O jornalista Paulo Moreira tem 33 anos de carreira, sendo que mais de 20 dedicados à produção, redação e radiodifusão de conteúdos musicais, desde 1994 pela Rádio 102 FM, quando produziu o programa “Jam Session”, apresentado por Ruy Carlos Ostermann. De 1997 a 1999, exerceu crítica de música e cinema no jornal Correio do Povo e, a partir de julho de 1999, produziu  e apresentou o programa Sessão Jazz nos 107,7 da FM Cultura. Realizou cursos sobre História do Jazz e do Rock durante 4 anos dentro da programação do Studio Clio.
Por fim,  como atração extra, após o show, será oferecida  uma visita noturna especial pela casa de Julio de Castilhos.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

História de Comer

A Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer e o Museu Julio de Castilhos oferecem a Oficina COMIDA DE BATALHA

Será uma oficina recheada de histórias sobre o que comemos hoje em dia, desde a origem do pão e do vinho, suas receitas mais antigas, ao modo como eram distribuídos esses alimentos entre o rei, as tropas e o povo.


Histórias fascinantes e suas receitas, contatadas por quem foi pesquisar na própria origem européia, o oficineiro e cozinheiro Djalma Souza Correia, que após o desenvolvimento de cada tema irá oferecer uma degustação sobre o assunto, além de ricas fontes de pesquisa para que cada participante possa continuar aprendendo sobre os primórdios da gastronomia.



·         Sempre às Sextas, das 19 às 20:30 horas

          18 de Agosto - Comida do povo, das tropas e dos reis, receitas do dia a dia
·         25 de Agosto - Alimento, ingredientes, receitas de farnel
·          1 de setembro - Pão, Queijo e Vinho - origens, curiosidades e receitas
·        15 de setembro - O grande banco, o banquete
          
Imperdível!

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