quinta-feira, 8 de maio de 2014

Obra intimista tem lançamento no Museu Julio de Castilhos

Reflexões acerca da existência é o mote do livro Pelo Que Vale A Pena Morrer, de Felipe Pinha, que tem lançamento na próxima quinta-feira, 15 de maio, às 19h, no Museu Julio de Castilhos (rua Duque de Caxias, 1.205 – Centro Histórico), com entrada franca.

A obra, impressa pela editora  Bestiário, reúne pequenos contos, que embora independentes entre si, estão entrelaçados por considerações sobre a vida e a transitoriedade do tempo, tendo a memória como fio condutor. A partir das recordações do narrador, o tempo e o espaço oscilam de forma não linear, repletos de imagens, sons e experiências oníricas. Assim, o leitor é conduzido por paisagens e épocas distintas, seja em Porto Alegre dos dias atuais, em um pequeno vilarejo durante a guerra, nas ruas de Paris ou mesmo em pequenos recantos sombrios do cotidiano. Uma casa em ruínas, um cemitério, uma rua movimentada são  lugares da lembrança que o autor visita de maneira poética e filosófica, repletos de intertextos de música, pintura, cinema e literatura.

Pelo Que Vale A Pena Morrer é uma criação intimista, com toque simbolista, marcada pelas referências sinestésicas de sons, cores e aromas, aonde os sentidos invadem o pensamento, a partir de considerações sobre o ser humano e a passagem da vida. É um livro que nos mostra o olhar que compreende o próximo e, se possível, o perdoa.

Natural de Porto Alegre, Felipe Pinha nasceu em 1980. Professor e pesquisador, cursa o doutorado em Filosofia na PUCRS e estudou na Oficina de Criação Literária de Luiz Antônio de Assis Brasil em 2011. Já tem  publicados  os contos  Lapsos No Começo do Teu Tempo e Manico e Celeste - na antologia intitulada De tudo fica um pouco (Editora Dublinense – 2011)


O que: Lançamento do livro
Pelo Que Vale A Pena Morrer, de Felipe Pinha.
Onde: Museu Julio de Castilhos
(Rua Duque de Caxias 1.205 – Centro Histórico)
Quando: 15 de maio.
Horário: 19h.
Entrada franca.
Maiores informações pelo fone: 3212 9035.